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sábado, 26 de junho de 2010

Mayra Dias Gomes tira a roupa e conta tudo!



Você já ouviu falar sobre ela por aqui mais de uma vez.
Você se não leu algum dos dois livros dela, devia ler.
Você se já teve inveja e falou mal, não deveria perder seu tempo.
Você não deveria pensar duas vezes antes de comprar a revista.

Mayra Dias Gomes é escritora e hoje reside em L.A com seu marido Coyote Shivers. Sem papas na língua, e agora sem roupa, ela posa para a Sexy e dá de presente para os marmanjos a edição de junho da revista. O querido e muito talentoso Jorge Bispo foi quem clicou a gata no meio do deserto de Mojave. Um ensaio sensual, que quebra paradigmas da beleza, revelando muitas tatuagens e seios fartos e naturais.

Aproveitei este momento feliz em que Mayra se encontra, colhendo frutos de seus planos em terra norte americana, e resolvi fazer algumas perguntinhas! Eu que já zanzei pra lá e pra cá ao lado dela, quando morou em SP, aproveitei para saber mais sobre o que passa na cabecinha dela e dizer que muito em breve vou pra lá matar a saudade.

Marmanjos e mocinhas, Mayra Dias Gomes, com a palavra e sem roupa:

Quando veio o convite para posar nua? Você recebeu propostas de outras revistas?


Acho que não seria profissional da minha parte falar sobre o que já conversei com outras revistas. O convite para posar nua para a Sexy veio há dois meses atrás, pouco depois da revista ter me convidado para escrever um conto erótico para a edição de março. O conto, chamado “Como Escrever Um Conto Erótico”, fez sucesso, e de repente me queriam na capa.


Como foi a relação com o fotógrafo Jorge Bispo durante o ensaio? Você deu palpites sobre o estilo?


O Jorge é meu amigo há alguns anos e já me fotografou para a Vip e para a Playboy, portanto me sinto bem confortável com ele. É uma relação de trabalho e de amizade. Ele entende meu estilo e minha personalidade e sabe como refletir isso nas fotos. A produção inteira estava magnífica, a maquiagem, o cenário. Não tive que me meter em nada, eles conseguiram capturar muito bem quem eu sou.


Sua vida já foi bastante exposta, e parte dela de forma polêmica. Em algum momento você pensou que posar nua poderia render mais polêmica e ser negativo para a sua carreira de escritora?


Eu aceitei a proposta com a noção de que as pessoas poderíam me julgar e dizer que uma escritora não tem motivos para posar nua. Mas uma escritora também pode ser uma mulher vaidosa, pode ser bonita e inteligente ao mesmo tempo. Eu resolvi me arriscar, porque este é o tipo de pessoa que eu sou. Gosto de testar meu limites e ser polêmica faz parte da minha personalidade. Eu nem sei ser de outra forma. Meus livros sempre venderam mais depois que fiz ensaios sensuais, então não acho que eu possa ser prejudicada dessa forma. Em relação a terem preconceito, isso sempre aconteceu comigo, então não vai ser diferente agora.


Você está morando em Los Angeles e casada. Muita coisa mudou na sua vida no último ano. Quais são os próximos planos? Vai aceitar outros convites de revistas ou focará no próximo livro?


Eu estou trabalhando em um novo livro para o ano que vem, e mesmo se escolher fazer mais ensaios fotográficos, certamente não deixarei que isso influencie minha escrita, que é minha meta principal. Planejo aproveitar as oportunidades que surgirem e ao mesmo continuar escrevendo meus livros, minha coluna e minhas matérias.


Você disse uma vez em uma entrevista que tinha vergonha de ter seios tão grandes quando era mais nova. Hoje aprendeu a se aceitar. Como foi este processo? O que acha das mulheres que se transformam com diversas cirurgias plásticas?


Eu comecei a ter seios aos onze anos de idade e sentia-me super desconfortável porque meus peitos eram maiores do que os de todas as minhas amigas, e porque os meninos na escola me perseguiam, faziam piada. Aos quinze anos eu cheguei a me consultar com um cirurgião plástico para fazer uma redução, mas acabei desistindo. Não tenho nada contra as mulheres que fazem cirurgia plástica porque precisam, porque sentem dor nas costas, porque precisam levantar a auto-estima. Mas eu particularmente, sempre tive muito medo de operar, e todos os meus namorados diziam que eu não devia tirar, que eram bonitos. O tempo foi passando e eu fui aprendendo a me aceitar. Não posso dizer como foi esse processo de fato, acho que simplesmente aconteceu.


Mayra Dias Gomes na Capa da Sexy é?


Cool.


VS.


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Sob a cegueira do mundo, Saramago parte



O escritor José Saramago faleceu hoje, aos 87 anos, em sua residência, nas Ilhas Canárias. Ele sofria de problemas respiratórios e tinha leucemia já há alguns anos.

Nesta foto, Saramago foi clicado pelos olhos de Sebastião Salgado, seu amigo e fotógrafo.
Um escritor que colheu seus louros criticando a cegueira do mundo, e foi polêmico no seu estilo, com sua falta de pontuação e parágrafos.

Eu espero que amanhã todos acordem de olhos bem abertos.


VS.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Expectativas em alto mar

Aquele papo que não dá pra viver tendo expectativas é furado. Impossível viver sem elas, é como se elas fossem inerentes à existência de qualquer ser vivo. Acabo de incluir as baratas nesta roda. Há épocas de vacas magras e gordas. Normalmente as vacas magras vêm logo após uma decepção, decidimos que nunca mais na vida vamos esperar nada de ninguém, nem de nós mesmos. Passa uma semana, ou 24 horas, e o discurso se foi. É mais ou menos como o discurso de que toda 2a feira vamos começar um regime.

Agora, nem sempre a decepção ou frustração é agressiva. É possível tomar o famoso balde de água fria de forma educada. Ou melhor, levá-lo. Tá certo que sempre que ele vem, a água parece por demais gelada, como se estivéssemos no inverno mais rigoroso e ainda tomando um banho de águas glaciais. Mas e quando ele não é tão gelado, só frio mesmo, e estamos no outono? Decepciona, claro, mas não dá pra ter raiva. E isso pode ser mais complicado. Quando há raiva, fica mais fácil de detestar e esquecer - só não vale no caso dos ruminantes. Estes mastigarão a raiva para o resto da vida. Então, uma dica, não seja ruminante, está totalmente fora de moda! - E quando o banho é generoso? Ah, que crueldade. Fica a decepção e só ela. Não podemos nem passar o dia todo xingando o maledito, afinal, ele foi tão educado, a água estava apenas fria.

Nos restam duas opções: ou a água apenas fria não extermina todas as expectativas, porque sim, há expectativas que conseguem sobreviver nas temperaturas quase amenas, ou você desenvolve uma mini raiva por água fria e resolve que só é digna de uma água bem gelada, considerando que o banho é inevitável. Só não tente não se molhar, porque até goteira molha!

O bom de tudo isso é que é possível escolher entre as opções acima. Se você achar que não, certifique-se de que não tem mais 15 anos e que rebeldia barata não é chique.


VS.

PS: você terminou de ler e começou a achar que a expectativa pode parecer um girino?

quinta-feira, 4 de março de 2010

Diamond, Bowie, Cookies and I

More than enough for me to share.
You can be a diamond or a heroe just for one day.

Flashbacks of a fool from kaatje on Vimeo.




"What are we going to do now?"
"How about have some old cookies and sing?"
"But Bowie is still inside!"
"We can sing without him."
"...pretending that we're like him?"
"No baby, assuming we are us"
"So should we close our eyes?"
"Hum... close yours."

She closed her eyes and started to sing shyly.
Diamond stared at her and started to laugh.

"What? Don't laugh at me!"
"You're funny. Trying to be Bowie."
"Don't be such a jerk!"

She was completely shy and had no plans to keep singing anymore.
Diamond drew her cookies from her pocket as a gum and offered it to the purple-glittering-jacket-girl.

"You eat some delicious cookies which were made by me and then you start to sing again"
"I am NOT going to sing anymore, you laugh at me!"

Diamond insisted "Please?!".
"Ok."

Diamond smiled and looked for the best cookie to offer.
"Here it is. Try it!"
The purple-glittering-jacket-girl tryed it and had to confess it was the most delicious cookie she had ever tried.

"Now you're a ready to sing again."
"Cookies are not responsible for our vocal ability!!"
"I am not talking about vocal ability. Could you just shut your mouth up and sing?"
"Shhhh.... "
"China girl!" - Diamond laugh.
"OMG!"
"What?" - Diamond asked.
"Look who's coming!"
"Oh my god! My man!"
"No, mine! Bowie is my man!"

They got so excited and started to sing out loud! They were like 15-year-old-girls in love.

Diamond's lips were smeared with chocolate. The purple-glittering-jacket-girl smeared her lips too and tried to sing louder than Diamond did.

"You're sooooo silly and don't worry: you're much better than me singing!" - Diamond said.

The purple-glittering-jacket-girl smiled as a child and was pretty sure that she knew exactly how to create magic moments.

"I may tell you a secret." - she said.
"What secret?" - Diamond asked.
"You're going to figure out how to find the perfect balance!"

Diamond was thoughtful.
"How come?" - she asked curious.
"Magic. And that's my secret, not yours."


VS.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A tão esperada valsa de Chloe

Para ler ouvindo.



Não se sabia mais o que era aquilo que estava acontecendo. Uma confusão mental que parecia durar anos, mas na verdade, apenas três dias passaram. Foram três dias de uma angústia que nada mais era do que ansiedade. Chloe ouviu a opinião de especialistas sobre o assunto. Estaria ela criando um novo planeta em sua mente? Um animalzinho em seu estômago? Nada disso.

Maria Helena, a amiga perfeita para confissões, mas de pouco convívio, gargalhou ao ouvir tudo e disse - "Você poderia ser um personagem europeu e contar uma história incrível. E fica aí, contando quantos urubus há em cima da sua cabeça. Você não tem mais idade para ser tão burra!". - Chloe achou um pouco petulante o comentário de Maria Helena. Quase que se arrependeu de procurá-la. Emudeceu por um tempo e resmungou -"Você sempre faz este discurso nojentinho". - e Maria Helena sem qualquer preocupação e hesitação, devolveu - "E você sempre me procura".

Tá. Maria Helena tinha seu jeito nojentinho de ser, mas ela estava sempre certa. Pelo menos quando o assunto era "A Vida de Chloe". Chloe resmungava sempre as mesmas coisas, logo, Maria Helena não a ouvia mais. A então personagem francesa voltou para sua casa, caminhando pelas ruas de um bairro que de francês não tinha nada. Calma. Havia uma mercearia, daquelas bem antigas que parece que parou no tempo. O dono do cantinho era o Olivier, um senhor francês que veio fugido da França. Fugiu de uma louca que se apaixonara por ele e dizia todos os dias que se eles não ficassem juntos, ela o jogaria no Rio Sena. E essa histeria toda aconteceu há muitos e muitos anos. Está aí algo que faz daquele bairro um pouco francês. Mas durante a andança de Choloe, o Sr. Olivier deveria estar lendo seus livros, porque a mercearia já estava fechada.

Chloe chegou em casa em pouco mais de meia hora. Seus passos que normalmente eram lépidos, agora estavam lentos, para que pudessem acompanhar sua linha de raciocínio, que estava um pouco enferrujada. Entrou em casa e percebeu que não tinha comprado água,. E quem recebeu a culpa fora Maria Helena, que nunca comprara uma garrafa de água para ela, mas que tinha acabado de falar tudo que Chloe não queria ouvir. Maria Helena por cinco minutos virou um monstrinho cruel, mas ainda de madeixas castanhas opacas. Os cinco minutos passaram e Chloe já estava tomando vinho e acreditando piamente que Maria Helena era a mulher mais sábia e sincera de todo o mundo. Chloe não tinha mesmo mais idade para se portar como uma garotinha de doze anos. Deveria ao menos saber disfarçar essa confusão mental toda e também evitar perguntar ao médico se estaria grávida de um animalzinho. Então, estaria ela apaixonada pelo Don Juan da Máscara de Ferro? Pobrezinha. Estava em tempo de perceber que ela era uma linda Cinderela e não uma plebéia abandonada.

Dê mais um gole de vinho, Chloe. Você será uma bela Cinderela, e com um pouco de álcool no sangue. Isso às vezes torna a vida mais fácil. Não precisou. Chloe se convenceu sozinha, ou melhor, quase sozinha. Não podemos negar que houve um empurrãozinho de Maria Helena. Ela se olhou no espelho, certificou-se que suas madeixas eram também castanhas mas muito brilhantes, lembrou que seu sorriso já havia encantando alguns, e sentiu-se linda com aquele lenço vermelho no pescoço.

"Agora a banda vai tocar de outro jeito!". Chloe poderia ter concluído de maneira mais elegante, mas fez quase um rap com todo o seu raciocínio, e decidiu que aprenderia dança de salão na semana seguinte. Muitos ritmos em uma sentença só e todas aquelas facetas para um único nome, de uma mulher que é quase um personagem francês.



VS.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Suzana na sala de espera




Esse tal de amor às vezes nem pede licença.
Deixe ele entrar, pode valer a pena a visita.
Vai saber....


Foi o que Suzana pensou naquela noite quente, quando o ventilador quebrou e ela não conseguia dormir. A visita foi esperada para o dia seguinte e é exatamente neste tempo que estamos agora. Ela nem se arrumou, mas passou perfume. Quando era pequena, sua avó dizia que precisava estar sempre perfumada para o coração. Com a única ingenuidade que lhe resta, ela passou seu perfume predileto e dedicou sua manhã ao sol, que insistia em brilhar na cidade. O dia terá 24 horas como todos os outros, mas os minutos passam irritantemente de forma lenta. Espera, Suzana. Ele já vem.


VS.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O Sonho e a Pele

Duas pessoas na parede. Voracidade e algumas roupas no chão. Foi isso que aconteceu no apartamento 112 daquele edif'ício antigo do bairro Parisiense. Não estamos em Paris, mas o bairro recebeu este nome por sua grande similaridade com a bela cidade da luz. Ela se irrita com a infiltração do prédio, mas já é conhecida por todos e não há quem não queira ajudá-la com algo. Nem sacolinha do supermercado ela carrega. Talvez por isso o porteiro a chame de madame. Responsabilidade dele este mimo todo. Ela só sorri e agradece.

Aqueles dois viveram aquele momento como se fosse o último de suas vidas. Havia um desejo latente que explodiu sem pedir licença. Algumas horas se passaram até os dois corpos cairem cansados no chão. Uma exaustão com um breve fim, já que tudo começaria de novo em instantes. Eles não podiam perder tempo, não mais do que já tinham perdido. Viviam agora na maior luxúria de todas e na vontade mais dilacerante de todos os tempos. Desejo que morde.

Logo anoiteceu e eu pouco pude entender o que acontecera. O abajour da sala estava aceso, mas os dois já se encontravam no quarto. A iluminação era escassa e indireta. Gemidos eram ouvidos e se davam em uma mistura de prazer e ansiedade. Calma. A ansiedade já poderia partir, aqueles corpos estavam quase que fundidos.

(continua).

VS.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Amanhã


por Sharon Eve

A vida passa correndo e mesmo aqueles com a visão mais aguçada não a enxergam. A Terra continua girando como sempre girou, então dificilmente o dia terá mais de vinte e quatro horas. Esta é uma das coisas que não deve mudar no tão falado e, talvez temido, futuro. O Sol continua do mesmo tamanho, mas a Terra deverá ter sua temperatura média aumentada. O céu continuará sendo um mistério para muitos, e apenas azul com bolinhas de algodão para as crianças. Seu cachorro será seu melhor amigo, mesmo amanhã. Aquele menino não vai te dar bola hoje, e provavelmente vai namorar a menina mais bonita do colégio. Quando ele crescer, ele vai cruzar com você na rua, sorrir, e depois que você passar por ele, ele vai olhar para trás suspirando. Cléber não é tão charmoso, mas foi com quem você se casou, mesmo não adorando o nome dele. Confessa que é feliz e que a falta de um George Clooney na sua vida não afeta em nada, afinal, a última vez que você chorou por ele, foi quando rasgou aquele último poster que estava na sua parede.

Amanhã não é hoje, e é por falta dessa constatação que não fazemos muitas das coisas que deveríamos fazer, porque as deixamos para o futuro. Se estiver muito difícil de entender que o futuro já chegou amanhã, repita isso para si quantas vezes for necessário. Se quiser fazer em frente ao espelho, corra, garanto que ganhará um tom dramático. Acredito nisso. Os alunos de Harvard, mais do que considerados inteligentes, são disciplinados. Eles fazem as mesmas coisas milhões de vezes. Lêem o mesmo texto vinte vezes. E garanto, eles são feitos da mesma matéria que você, células.Há menos diferenças entre vocês do que você imagina.

Você criou seus filhos com o Cléber e nunca pulou um domingo de almoço na casa de sua mãe, a vovó coruja das crianças. Há diversos porta-retratos em todos os cômodos da casa, que é quase igual a casa dos seus sonhos. Ontem você e Cléber decidiram se separar, ou melhor, ele resolveu sair de casa. O mundo desmoronou e pular da janela parece a coisa mais esperta para ser feita. Porém, você tem dois filhos que amanhã apresentam uma peça de teatro e um espetáculo de jazz na escola. Faz três semanas que eles só falam disso. Você vai. É melhor deixar a janela fechada e ir para frente do espelho se enxergar. Você é você, suas rugas permanecem e a hidratação que você fez nos cabelos, ainda os deixam brilhantes. O Cléber está longe, e o Jornal Nacional continua entrando no ar no mesmo horário.

Amanhã seu dia será bem diferente e você ficará impressionada como conseguiu dormir sem calmantes. As apresentações dos seus filhos vão acontecer e se eles perguntarem do papai, ainda dá pra dizer que ele ficou preso no trabalho. Talvez neste futuro tão próximo que parece hoje, você vá enfrentar a situação mais difícil de todos os tempos, explicar o divórcio para seus filhos. Lembra quando você teve que entrevistar o presidente de uma empresa, com 22 anos, em francês? Você não falava a língua e deu tudo certo. Achava que já tinha passado pelo pior dos mundos. Hoje você percebe que sempre pode piorar um pouco, mas calma, pode dar certo de novo. Talvez você se surpreenda com a esperteza dos seus filhos.

Se tudo der errado, acredite que você está com a maioria. Bill Gates pode errar menos do que você. E o erro dele ainda sai na capa de todas as revistas. Continue achando que sair para tomar ar fresco é algo que clareia suas idéias, quem sabe você não tromba com alguém interessante durante sua caminhada na praça? Vai ver que tem um João esperando por você. Engraçado como você sempre gostou deste nome, até suas bonecas se chamavam João. Não tinha ninguém na família com este nome, até nascer seu filho.

Não tenha medo do futuro. Ele só é amanhã. Você sabe exatamente quanto tempo demora para ele chegar. 24 horas. Passou seus 38 anos programando sua vida dentro deste mesmo tempo. Você tira de letra. Quando estiver exausta, pense naquele rapaz de Harvard, que também está cansado de resolver um case por semana e ter que ser o número um. Você só precisa continuar correndo, não precisa chegar em primeiro.

VS.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Mini história (15)

Sua roupa tinha cheiro de perfume barato e era quando eu sabia que você esmagava minha alma com o gosto das outras.

VS.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Mini história (14)

Parei pra pensar em todas as palavras que você já me disse até hoje. Concluí que você faz melodia com suas trapaças.

VS.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Mini história (11)

Parecia que era a primeira vez que via comida na vida. Cravou os dedos no sorvete e se lambuzou!
Ele acabara de fazer seis anos, então era era o tempo que convivia com alimentos.

VS.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Mini história (10)

Estas palavras soltas estão mais perigosas que o mar revolto do Pacífico.
Vou para o fundo do mar, onde a tempestade faz falta.

VS.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Mini história (9)

Ele saiu pela única porta da casa e não olhou para trás. Deu passos certeiros e sem volta.

VS.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Mini história (7)

Ela sempre quis fazer parte do seu fotolog. Achava que assim você mostraria o quanto ela era importante.

VS.

obs: votem na enquete ao lado, por favor.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Mini história (6)

A gente nunca ligou para o fato de que nossas mulheres nunca usaram as alianças que escolhemos.

VS.

obs: votem na enquete ao lado.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mini história (5)

Eu deveria ter sido a mulher da sua vida.

VS.

obs: votem na enquete ao lado, mesmo se já votaram!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mini história (4)

Toma limonada suiça, só pra você ver o que é bom pra tosse.

VS.

obs: responda a enquete ao lado, mesmo que mais de uma vez!