quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Panorama SP: mode incrível on.

FATO:


Os carros velhos esquentam com este calor e quebram. O trânsito pára por conta disso. Mais tarde vai chover e o trânsito piora porque ninguém sabe andar na chuva. Os semáforos estão quebrados porque desencanaram de funcionar nesta temperatura de África e foram para a praia. O CET não conserta porque não quer passar calor com a roupa marronzinha, e prefere ficar na sede administrativa enchendo garrafinhas de água.


VS.

5 comentários:

Gabriel disse...

ainda bem que você ta de cama e não vai ter que passar por nada disso...

@gugadomingos disse...

VS, o que eu acho mais engraçado é que as pessoas que adoram dias ensolarados e quentes são geralmente as que mais reclamam do calor, quando ele aparece!! rsrsrs Por isso que eu digo, o melhor tempo pra mim é aquele em que eu me sinto bem: friozinho e sem chuva..acho q é por isso q eu prefiro a noite ao dia, não sou muito fã de calor e nem de sol escaldante...nem se eu estiver numa praia ou piscina..esses dias quentes são terriveis, da dor de cabeça, preguiça, etc.. sensações não muito boas.. E viva o ventilador, ar-condicionado e agua gelada!! Bjs

digoman disse...

Nossa Lu, ta ai uma coisa que eu nao vejo faz tempo aqui na gringa: carros velhos nas ruas e muito menos, transito, mesmo na caotica dublin, capital louquinha da ilha verde. Tudo e tao diferente. Vc precisa fazer inspecao no carro todo ano e se nao aprovado no teste, no way, nao pode circular. E aqui se anda muito de bike e taxi. O povo ja acostumou e acho bacana. E complicado ne? Tem que educar a populacao 1, depois cobrar dos figuroes. Beijos, mil saudades

Mix disse...

EU TO NA SAVANAAAAAAAAAA

Violet Scott disse...

Guga, muito calor dá mal estar mesmo! Eca! Beijo, querido!

Rô, isso aí é outro mundo! Aqui têm uns carros que, sem brincadeira, não sei como ainda andam 1m. Caindo aos pedaços. Aí o carros quebram no meio de alguma via de muito movimento e o trânsito piora horrores. Complicado! Beijo, beijo, beijo.

Lala, vc mora no deserto, amor!