quarta-feira, 20 de maio de 2009

Para nascer sem morte - Clint

Me deu uma urgência de conhecer Sir. Clint Eastwood.
Acho que se eu morrer sem conhecê-lo, vou morrer com dor. Vai ser triste.

Tudo parece pouco possível, mas e se não for? E se estou caminhando em um parque e cruzo com Sir. Clint Eastwood? Assim foi com W. Allen. Não posso correr o risco de emudecer nesta cena. Quando o coração bate forte demais, eu perco a voz e torno-me incapaz de emitir qualquer tipo de som. Nem mesmo um gritinho. Talvez se eu abraçá-lo tão forte, mas tão forte, ele sinta todo o meu encantamento-para-sempre. Talvez ainda não é certeza. E essa é a típica situação em que eu preciso ter certeza.

Acho que vou comprar diversos pacotinhos de chá para ele. Ele me parece gostar de chá. Não posso esquecer de carregar os pacotinhos comigo sempre que eu for ao exterior. Se o moço da alfândega me perguntar algo - é para o Clint.

Enquanto permaneço no Brasil, brinco na ciranda de nossos personagens. Os meus encontram os dele. Não, nunca ninguém namorou com ninguém. E nem vai. O Clint não é ciumento, mas eu sou.
E quem quiser caminhar pelo mesmo percurso, venha, será muito bem-vindo.

VS.

Um comentário:

Fernanda Alves disse...

Sonhar é o que move a vida. Neles nos distanciamos até de nós. Somos e fazemos o que queremos.
Clint me lembra Meryl Streep, que AMO!...Nessa sua ciranda eu também faço comunhão.

-A realidade me doi!

Feliz por passar por aqui e ver tanta coisa boa!!!

bijos**