
Quem entende?
O cara te manda torpedos por uma semana, afim de arrumar um encontro com você. Você responde todos educadamente e ainda fica triste por ter recusado o convite, já que estava com 38 graus de febre. Sim, a febre durou os sete dias. Você melhora, ainda bem, não está mais com aquele nariz vermelho de tanto assoar e nem com a voz fanha, e animada manda um torpedo para ele, dando a boa notícia. Como você não é tímida e costuma tomar iniciativa, já sugere logo o programa, após ter feito um rápido estudo sobre os interesses do rapaz. Ele responde uma hora depois, você sorri, porque viu que entrou mensagem dele no celular.
Problema. Hora de recorrer aos seres inteligentes e vividos. Ele não aceita o convite e ainda pergunta que é você. Oi? Eu não fiquei doente um mês, tempo que até eu acharia suficiente para você desistir, mas uma semana. Sendo que nessa uma semana, trocamos mensagens-celulóricas quase todos os dias, ou seja, estávamos em contato. Tá, já entendi que isso é um pé na bunda, mas assim, não dava pra ter feito um pouco diferente? Não combinou com toda aquela educação.
VS.